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Lima
Barreto
Afonso
Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro
a 13 de maio de 1881 e morreu na mesma cidade
no dia primeiro de novembro de 1922.
Foi
aluno de vários colégios do Rio
de Janeiro. Em 1897, matriculou-se na Escola Politécnica,
mas desistiu antes de terminar o curso.
Além
de cronista dos costumes da sociedade do seu tempo,
Lima Barreto foi um dos mais expressivos romancistas
brasileiros.
No
jornalismo, dispersou a sua atividade pelas revistas
Brás Cubas, Careta, Fon-Fon, O Malho e
por muitos jornais que se publicavam na época.
Os
seus romances tornaram-se populares por um penetrante
cunho humorístico e satírico, que
envolvia as situações e os personagens.
Dos livros que publicou, salientam-se: Recordações
do Escrivão Isaías Caminha, romance
(1909) ; Triste Fim de Policarpo Quaresma, considerado
o melhor dos seus romances (1916) ; Numa e Ninfa,
romance (1918) ; Vida e Morte de M. J. Gonzaga
de Sá, romance escrito em 1908, mas somente
publicado, por Monteiro Lobato, em 1919; Histórias
e Sonhos,
contos (1920) ; e Os Bruzundangas, sátiras
(1922). Postumamente, saíram: Bagatelas,
crônicas (1923); e a novela Clara dos Anjos,
que apareceu na revista Sousa Crup em 1923-1924
e depois foi publicada em livro, em 1948.
Obras
AFONSO HENRIQUES DE LIMA BARRETO. Rio de Janeiro,
RJ, 1881-1922. Obras principais - conto: História
e Sonhos,
1920 - sátira: Os Bruzundangas, 1922 -
crônica: Bagatelas,
1923; Feiras e Mafuás, 1953 (póstuma);
Marginália, 1953 (póstuma);
Vida Urbana, 1956 (póstuma) - romance:
Recordações do
Escrivão Isaías Caminha, 1909; Triste
Fim de Policarpo Quaresma,
1915; Numa e Ninfa, 1915; Vida e Morte de M. J.
Gonzaga de Sá,
1919; Clara dos Anjos, 1948 (póstuma) -
crítica: Impressões de Leitura,
1956 (póstuma) - memória: Diário
Íntimo, 1956 (póstuma); Cemitério
dos Vivos, 1956; Correspondência, 2 vols.,
1956 (póstuma);
Um Longo Sonho do Futuro, 1993 (póstuma);
etc.
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